GUIA
PRÁTICO PARA PROGRAMAS DE PREVENÇÃO
DE DROGAS
MARINE MEYER
PSICÓLOGA DO PROGRAMA DE PREVENÇÃO
AO USO INDEVIDO DE DROGAS DO HOSPITAL ALBERT EINSTEIN
DEPARTAMENTO DE SAÚDE MENTAL DO HOSPITAL ALBERT
EINSTEIN
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2003. Sociedade Beneficente Israelita Brasileira
Hospital Albert Einstein.
É permitida a reprodução parcial
ou total desde que citada a fonte.
Produção, distribuição
e informações
Site “Álcool e Drogas sem Distorção”
Programa Einstein de Tratamento de Dependentes de Álcool
e Drogas - PAD
Departamento de Saúde Mental do Hospital Albert Einstein
PREFÁCIO
O objetivo principal deste guia é o de instrumentalizar
escolas a construírem e manterem um programa de prevenção
ao uso de drogas inserido no cotidiano escolar. As informações
contidas neste material são destinadas preferencialmente
aos educadores e mais particularmente aos professores, pois
os consideramos os agentes preventivos ideais em função
do vinculo afetivo e educativo com os alunos.
SUMÁRIO
- CONCEITOS FUNDAMENTAIS
- O QUE É PREVENÇÃO AO USO DE
DROGAS?
- QUAIS OS NÍVEIS DE PREVENÇÃO
AO USO DE DROGAS?
- PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS
- POR QUE FAZER PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS
EM ESCOLAS?
- COMO AS AÇÕES PREVENTIVAS DEVEM SER
ORGANIZADAS?
- QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA PREVENÇÃO
AO USO DE DROGAS EM ESCOLAS
- QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS?
- ETAPAS DE UM PROGRAMA DE PREVENÇÃO
- DIAGNÓSTICO
- DIFICULDADES INICIAIS
- CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL
- ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES
- AVALIAÇÃO DO PROGRAMA
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
O QUE É PREVENÇÃO AO USO DE
DROGAS?
Prevenção e repressão não são
a mesma coisa. Elas supõem posturas diferentes porém
complementares. · Prevenção consiste
na redução da demanda do consumo de drogas.
Neste caso, as ações têm como objetivo
fornecer informações e educar os jovens a adotarem
hábitos saudáveis e protetores em suas vidas.
Espera-se que as pessoas diminuam ou parem de consumir drogas.
· Repressão consiste na redução
da oferta de drogas. As ações repressivas tem
como objetivo dificultar o acesso as drogas como por exemplo:
a legislação que proíbe o uso de algumas
droga, ações policiais para prender traficantes
e restrições ao consumo de álcool e tabaco
para menores de 18 anos.
Ambos conceitos encontram-se presentes no cotidiano da escola:
ao mesmo tempo que a escola faz campanhas educacionais antitabagistas,
proíbe a todos (inclusive professores e funcionários)
de fumarem na instituição.
A comunidade em ação:
PAIS
Podem trabalhar com outras pessoas na comunidade selecionando
programas de prevenção de qualidade.
EDUCADORES
Podem incluir em sua grade curricular informação
sobre drogas baseada em evidências científicas.
LÍDERES COMUNITÁRIOS
Auxiliar na escolha, desenvolvimento e aprimoramento de programas
de prevenção para sua comunidade.
National Institute on Drug Abuse
www.nida.nih.gov
QUAIS OS NÍVEIS DE PREVENÇÃO
AO USO DE DROGAS?
Existem três níveis de prevenção,
cada um com os seus objetivos próprios:
A prevenção primária quer evitar ou retardar
a experimentação do uso de drogas. Portanto,
refere-se ao trabalho que é feito junto aos alunos
que ainda não experimentaram, ou jovens que estão
na idade em que costumeiramente se inicia o uso. A prevenção
secundária tem como objetivo atingir as pessoas que
já experimentaram e que fazem um uso ocasional de drogas,
com intuito de evitar que o uso se torne nocivo, com possível
evolução para dependeria. Na prevenção
secundária o encaminhamento para especialistas também
pode e muitas vezes é indicado como uma forma preventiva
de evitar danos maiores a saúde. A prevenção
terciária corresponde ao tratamento do uso nocivo ou
da dependência. Portanto este tipo de atenção
deve ser feita por um profissional de saúde, cabendo
a escola identificar e encaminhar tais casos. Não é
possível saber com antecedência quem irá
ter maiores problemas com o uso de drogas. Portanto, é
melhor prevenir do que remediar!
O Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas
Psicotrópicas (CEBRID) realizou entre 1987 - 1997 quatro
levantamentos sobre o perfil do consumo de drogas entre estudantes.
Os solventes foram as drogas que tiveram maior uso na vida,
atrás apenas do tabaco e o álcool. Dentre as
seis drogas mais utilizadas, três delas - maconha, anticolinérgicos
e cocaína - tiveram um crescimento de uso na vida.
www.cebrid.epm.br
60%, 53 % e 40% dos jovens brasileiros entre 12 - 17 anos
consideram muito fácil conseguir solventes, maconha
e cocaína respectivamente.
www.cebrid.epm.br
POR QUE FAZER PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS
EM ESCOLAS?
A escola tem um papel fundamental no desenvolvimento sadio
do adolescente e do adulto, pois contribui para a formação
global do jovem e da sociedade. Qual a relação
entre educação e prevenção? A
prevenção ao uso de drogas é uma atitude
a ser adquirida desde a infância e promovida durante
toda a vida. Assim, o papel da escola na prevenção
é educar crianças e jovens a buscarem e desenvolverem
sua identidade e subjetividade, promover e integrar a educação
intelectual e emocional, incentivar a cidadania e a responsabilidade
social, bem como garantir que eles incorporem hábitos
saudáveis no seu cotidiano. Trata-se de discutir o
projeto de vida dos alunos e da sociedade, ao invés
de dar ênfase às conseqüências como
a doença e a drogadição por exemplo.
Neste sentido, a prevenção é mais adequada
quando discute o uso de drogas dentro de um contexto de saúde.
COMO AS AÇÕES PREVENTIVAS DEVEM SER
ORGANIZADAS?
As ações preventivas podem ser inicialmente
pontuais coordenadas por um membro da escola. Apesar desta
não ser a situação ideal estas atitudes
precisam ser incentivadas e valorizadas. Afinal, é
a partir do interesse de alguns que programas de prevenção
podem ser estruturado a longo prazo. Esta pessoa pode coordenar
e mobilizar a comunidade escolar para a relevância do
tema. No entanto, é o programa de prevenção
o modelo que garante a continuidade das ações
preventivas que são fundamentais para mudar o comportamento
das pessoas sobre os riscos do uso de droga. O programa de
prevenção precisa fazer parte do cotidiano,
ser intensivo, precoce e duradouro, com tendência para
envolver pais e comunidade em suas atividades. O programa
ideal é aquele que é desenvolvido durante toda
a escolaridade dos alunos.
AO USO DE DROGAS NAS ESCOLAS ALGUNS FATORES DE RISCO
Comportamento agressivo precoce
Falta de apoio familiar
Abuso de álcool, tabaco e outras drogas
Fácil acesso e permissividade pobreza
National Institute on Drug Abuse
www.nida.nih.gov
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA PREVENÇÃO
AO USO DE DROGAS EM ESCOLAS?
Um programa de prevenção não pode ter
como meta principal por fim a toda e qualquer ocorrência
com drogas na escola ou propor que os usuários deixem
de existir. É preciso tomar cuidado para não
cair na armadilha de tentar banir as drogas da escola e da
sociedade. Esta é uma empreitada impossível!
Portanto, o planejamento das atividades preventivas devem
ter como meta diminuir a probabilidade do jovem envolverse
de maneira indevida com o uso de drogas. Para isso, os programas
de prevenção ao uso de drogas devem enfatizar
a redução dos fatores de risco e ampliação
dos fatores
de proteção.
Nem toda pessoa que experimenta ou usa uma droga se tornará
um dependente químico. Por outro lado, todo dependente
um dia experimentou uma droga. O grande problema é
que não dá para saber com antecedência,
entre as pessoas que começam a usar drogas, quais serão
usuárias ocasionais e quais se tornarão dependentes.
Para se fazer prevenção é preciso basear-se
nos diversos padrões de uso de drogas. Não é
em vão que a devem realizar um diagnóstico para
verificar o tipo de usliteratura sugere que programas de prevenção
o e quais as drogas consumidas por aquela comunidade, para
então adequálos as necessidades reais da mesma.
QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS?
Para fazer prevenção em escolas não é
preciso reinventar a roda, já existem modelos de prevenção
pesquisados e sugeridos para o trabalho. Estes correspondem
ao leque de estratégias que podem ser usadas para planejar
e realizar atividades preventivas. A literatura sugere que
os programas de prevenção mesclem as diversas
estratégias para garantir uma diversidade de ações
obtendo assim melhores resultados na prevenção
ao uso de drogas. A escolha adequada de um modelo de prevenção
se dará em função de uma série
de critérios, tais como: a filosofia da instituição,
do tipo de atividade, da população alvo, do
local e de seus recursos e, principalmente, das necessidades
daquela população.
Vejam a seguir os principais modelos de prevenção
sugeridos na literatura para desenvolver programas de prevenção
ao uso indevido de drogas:
1. Modelo do amedrontamento
Este modelos baseia-se em fornecer informações
que enfatizam as conseqüências negativas do uso
de drogas de modo dramático. A prevenção
ao uso de drogas nestes moldes tem pouca eficácia,
pois muitas vezes o medo parece ser um argumento pouco convincente
frente ao suposto prazer que o adolescente atribui ás
drogas.
2. Educação para o conhecimento científico
Propõe o fornecimento de informações
sobre drogas de modo imparcial e científico. A partir
destas informações os jovens podem tomar decisões
racionais e bem fundamentadas sobre as drogas. Contudo, também
precisamos fazer uma ressalva na utilização
deste modelo.
Informação em excesso e detalhista sobre os
efeitos das diferentes drogas, também pode ter o efeito
contrário do almejado: despertar a curiosidade e portanto
induzir o uso de drogas. Lembramos que para prevenir o uso
de drogas é preciso informar os jovens, mas também
abordar e discutir o prazer que os jovens atribuem a mesma
como uma forma de conscientizá-los e desmistificar
algumas crenças e concepções a cerca
dos efeitos do uso de drogas.
3. Treinamento para resistir
Busca desenvolver habilidades para resistir às pressões
do grupo e da mídia para experimentação
ou uso de drogas.
Para tanto, são desenvolvidos exercícios que
treinam os jovens a recusar a droga oferecida.
4. Treinamento de Habilidades Pessoais e Sociais:
Este modelo entende que o ensino de habilidades e competências
como um fator de proteção necessário
para lidar melhor com as dificuldades da vida. Também
procura desenvolver competências mais gerais, tais como
lidar com a timidez ou como desenvolver amizades saudáveis.
5. Pressão de Grupo Positiva
Acredita que os próprios jovens podem liderar atividades
de prevenção. Lideres naturais adolescentes
são identificados e treinados por adultos para desenvolver
ações preventivas.
6. Educação afetiva
Defende que jovens emocionalmente e psicologicamente saudáveis
correm menos riscos de ter um uso problemático de substâncias
psicoativas. Este modelo visa o desenvolvimento interpessoal
dos jovens estimulando e valorizando a auto-estima, a capacidade
de lidar com a ansiedade, a habilidade de decidir e relacionar-se
em grupo.
7. Oferecimento de alternativas
Pretende oferecer alternativas interessantes e saudáveis
ao uso de drogas, propiciando aos jovens possibilidades de
lazer, prazer e crescimento pessoal. Exemplos dessas alternativas
podem ser atividades profissionalizantes, esportivas, artísticas
e culturais.
8. Modificação das condições
de ensino
Sugere a modificação das práticas educacionais,
a melhoria do ambiente escolar, o incentivo a responsabilidade
social, o comprometimento da escola com a saúde dos
seus alunos, o envolvimento dos pais em atividades curriculares,
e a
inserção do tema no em sala de aula como atitudes
importantes na prevenção ao uso de drogas.
A participação autônoma das partes envolvidas
é fundamental para a implantação e desenvolvimento
de estratégias de prevenção efetivas.
National Drug Framework of Australia
www.health.gov.au
9. Educação para a saúde:
Educar para uma vida saudável é a proposta central
deste modelo. Assim, orientar para uma alimentação
adequada, para atividades não propiciadoras de estresse,
para uma vida sexual segura, para a prática de exercícios
físicos, uso adequado de remédios e até
para a escolha correta da pessoa que dirigirá o carro
num passeio de grupo, compõem um currículo em
que a orientação sobre os riscos do uso de tabaco,
álcool e drogas também se faz presente. Muitas
vezes são discutidos temas mais gerais, como meio ambiente,
poluição e trânsito visando formar um
estudante com consciência de algumas características
problemáticas do mundo que o cerca e com capacidade
de escolher uma vida mais saudável para si e sua comunidade.
ETAPAS DE UM PROGRAMA DE PREVENÇÃO
I. O DIAGNÓSTICO PRINCÍPIOS DA PREVENÇÃO
PRIMEIRO
Os programas de prevenção devem aumentar os
fatores de proteção e reduzir os fatores de
risco.
SEGUNDO
Os programas de prevenção devem abordar todos
os tipos de droga e todas as formas de uso, incluindo o uso
de drogas lícitas por menores de idade, de drogas ilícitas,
bem como o uso inapropriado de substâncias obtidas legalmente,
tais como os solventes e as drogas prescritas.
TERCEIRO
Os programas de prevenção devem estar adaptados
as necessidades específicas de cada comunidade National
Instute on Drug Abuse
www.nida.nih.gov
O DIAGNÓSTICO
O ponto de partida é “tirar uma fotografia da
escola” o que no termo técnico significa realizar
um diagnóstico. É preciso saber qual é
a amplitude do problema na escola para poder solucioná-lo.
Se as ocorrências com uso de drogas têm sido relacionados
ao álcool e a maconha a prioridade não é
desenvolver atividades voltadas para o uso de cocaína.
Assim o programa deve ser adaptado em função
da A prevenção deve ser considerada realidade
e das necessidades de cada escola. uma atividade de todo o
dia. Já a intervenção deve ser direcionada
a locais específicos onde as pessoas O diagnóstico
visa a identificar :
vivem , trabalham e passeiam.
Swiss Federal Office of Public Health
www.suchtundaids.bag.admin.ch
-O público alvo do programa: incidência e prevalência
do uso de drogas, características sócio-econômicas
e demográficas, identificação dos grupos
ou jovens com comportamento de risco.
-Tipos de drogas consumidas, freqüência e uso.
-Valores, atitudes e crenças a respeito das drogas
e dos usuários.
-Levantamento das condições de ensino e da rotina
escolar.
-Condução dos casos de alunos usuários
ou dependentes.
-Informações sobre o tema da comunidade escolar.
Como fazer o diagnóstico:
Sugerimos essencialmente três etapas:
A. Pesquisa epidemiológica:
-Questionários anônimos e de auto preenchimento
(padronizado pela Organização Mundial de Saúde).
Os questionários visam a caracterizar a população,
medir o uso de drogas desses alunos, seus conhecimentos e
opiniões a respeito do tema. Este procedimento apresenta
um grau de dificuldade alto para sua realização,
pois exige o acompanhamento de técnicos e é
custoso. A parceria com universidades ou instituições
especializadas deve ser estudada e é aconselhada. Além
disso, o uso deste instrumento exige cautela pois é
comum um sentimento de perseguição dos alunos
que podem não responder o questionário adequadamente
por medo.
B. Levantamento do conhecimento sobre o tema:
-Elaboração de um roteiro de perguntas baseadas
nas informações que se deseja obter. O mesmo
deve ser rigorosamente planejado e estruturado para garantir
a confiabilidade dos resultados e sua reaplicação.
-Atividade realizada com um grupo de no máximo 12 participantes.
O grupo terá um coordenador e um observador (anota
e grava a discussão). A partir das questões
propostas pelo coordenador do grupo, os participantes irão
expor e debater suas opiniões e conhecimentos sobre
o tema.
-Pode ser aplicada em alunos, professores e pais.
C. Mapeamento da Instituição:
-Observação da rotina escolar (alunos e funcionários)
e da proposta pedagógica da escola, para moldar as
etapas do programa de prevenção ao funcionamento
da escola.
-Avaliação do ambiente físico e arredores
da escola: presença de bares e padarias próximos,
a freqüência dos alunos a estes locais, opções
de lazer no local.
-Levantamento de como a problemática das drogas é
abordada na escola: modo de encaminhamento, tabagismo entre
os professores e os alunos, o que acontece ao aluno quando
é pego usando ou portando drogas na escola, venda de
bebida alcóolica durante festas da escola.
-Avaliação de como as questões de saúde
são abordadas na escola: medicação dos
alunos, presença de “farmácia” na
escola e seu responsável, se a escola mantém
um registro do número de intercorrencias de saúde.
-Levantamento do número de ocorrências envolvendo
drogas na escola.
-Levantamento de atividades preventivas que já foram
desenvolvidas na escola para evitar a repetição
das mesmas atividades e temas. Também é uma
forma de detectar os conhecimentos preexistentes e já
trabalhados pela escola com a comunidade.
-Levantamento dos recursos materiais, humanos e físicos
disponíveis para a realização do programa.
ETAPAS DE UM PROGRAMA DE PREVENÇÃO
II. DIFICULDADES INICIAIS
Comunidades coesas e com qualidade de vida ficam menos vulneráveis
aos efeitos do uso indevido de drogas. Drug Strategy - United
Kingdom
www.drugs.gov.uk
Algumas das dificuldades iniciais para inserção
do programa de prevenção na escola podem ser:
A. Tráfico de drogas na escola.
Trabalhar o tema indiretamente (no caso de escolas com tráfico
intenso). Neste casos, a escola pode trabalhar com ações
que despertem a cidadania e a responsabilidade social, ajudando
os alunos a encontrarem soluções para os problemas
de sua comunidade. Utilizar-se do modelo de educação
afetiva desenvolvendo atividades com artes ou música
que ajudam a melhorar a auto estima destes jovens.
Esta maneira de desenvolver o trabalho de prevenção
é um excelente recurso para firmar parcerias com todos
os setores da escola. Ele é educativo sendo portanto
do interesse de toda a comunidade e do qual todos podem participar.
B. Falta de preparo técnico com relação
ao tema e boicote ao trabalho.
A busca de informações científicas e
confiáveis diminui a insegurança trazendo tranqüilidade
e qualidade ao programa de prevenção ao uso
de drogas.
C. Sentimento de desconfiança dos alunos com
relação a uma postura repressora e acusatória
da escola.
Como vimos na questão dois, a prevenção
e repressão são muitas vezes confundidas. Portanto,
o trabalho a ser realizado é similar ao mencionado
no item A desta resposta. È preciso desenvolver atividades
que mobilizem e interesse ao jovens. Além disso, é
importante evitar criar um clima de acusação
e identificação.
D. Falta de regras claras sobre o uso de |